As mamas são
características da anatomia feminina, sua importância não
se limita à amamentação, mas principalmente, compõe
sua imagem corporal, propiciando um relacionamento pessoal e sexual adequado
refletindo em sua auto-estima.
As modelos e atrizes mais bem pagas do mundo mudaram o padrão internacional
de beleza na última década, estrelas como Cindy Crawford, Linda
Evangelista, Gisele Bundchen, Claudia Shiffer entre outras passaram a ter
algo em comum: seios fartos.
No Brasil essa moda também está presente já que a não
ser que a paciente tenha o seu busto tão grande que se torne necessário
diminuí-lo devido a problemas de coluna, a grande maioria das brasileiras
tem optado pela cirurgia de aumento das mamas.
O importante a salientar é que além do modismo, também
influencia o alto índice de procura por essa cirurgia a ausência
de cicatrizes.
A cirurgia de aumento das mamas, está indicada para as mulheres com
mamas pequenas, caídas ou murchas que pretendem ter seios mais arredondados
e volumosos.
As próteses de silicone são no momento atual o melhor material
para a cirurgia e elas podem ser: infladas com soro fisiológico, revestidas
com poliuretano ou as que possuem um revestimento mais espesso com gel no
seu interior conhecidas como próteses texturizadas; são próteses
modernas cujo objetivo é reduzir ao mínimo as complicações
a longo prazo, das quais a mais comum é o endurecimento das mamas.
Há oito anos houve nos E.E.U.U. uma grande polêmica a respeito
do silicone, que poderia induzir a doenças do tecido conjuntivo como
lupus, escleroderma e mesmo câncer mamário que após muitos
estudos em grandes centros médicos americanos se concluiu pela inocuidade
do silicone: a conclusão que se chegou é que as mulheres podem
continuar se beneficiando de tão importante instrumento de melhoria
estética no presente e no futuro.
As técnicas de introdução do silicone variam com a preferência
do cirurgião plástico, mas as mais utilizadas são: a
via submamária (no sulco da mama), a via peri-areolar (pelo bico) e
a via axilar (pela axila).
Não existe a possibilidade de perda de sensibilidade e nem de prejuízo
de aleitamento materno, já que a prótese não é
colocada dentro da mama mas entre ela e a musculatura peitoral ou atrás
da musculatura.
Existe muita controvérsia se há necessidade de troca de próteses
a cada dez anos mas na verdade isto não é necessário
a não ser nos casos em que existe um problema com elas.