Um dos polos
de atração sexual feminina, as cirurgias que reduzem as mamas
ou apenas as posicionam têm no Brasil os cirurgiões plásticos
mais experientes nesta técnica, talvez pela preferência, até
bem pouco tempo, por mamas pequenas pelo sexo masculino.
Tanto jovens mulheres como mulheres já na idade adulta descobriram
que podem modelar, empinar e diminuir as mamas, além de evitar maiores
sofrimentos pelo fato de possuir fartos seios que, com o passar dos anos,
irão se conflitar com o volume e o peso excessivo que ocasionarão
dor nas costas e assaduras nas dobras da pele.
O tipo de corte varia segundo o tamanho das mamas e a preferência do
cirurgião. Para as mamas grandes com retiradas de mais de 500 g utiliza-se
a técnica que deixa como resultante uma cicatriz em T invertido ou
L. Para as ressecções abaixo desse peso pode se utilizar a via
peri-areolar (ao redor do bico) que deixa uma cicatriz quase imperce[ptível
por localizar-se na zona de transição entre a pele da mama e
da areola. Todas estas vias não só têm indicação
precisa, como aspectos positivos e negativos; enquanto as cirurgias em T invertido
ou L resultam em mamas mais bonitas na forma, têm como ponto negativo
o tamanho das cicatrizes.
Uma das perguntas mais frequentes feitas pelos pacientes é que se a
mama pode cair após a cirurgia; a lei da gravidade é dura, mas
ela é a lei. Sim a mama cai. No entanto, o médico realiza a
cirurgia já pensando nesta possibilidade por isso a hipercorreção
no momento cirúrgico já pensando numa queda posterior de acomodação
para que elas se posicionem no lugar correto.
No pós-operatório é pedido que as pacientes permaneçam
em casa por 3 dias não havendo necessidade de guardar o leito. As atividades
profissionais podem ser reassumidas ao fim de uma semana.
No 1º mês são vedadas toda as atividades que movimentam
os braços para que as cicatrizes não se tornem alargadas-até
o ato de pentear os cabelos têm que ser realizado com os cotovelos encostados
ao tronco. A cicatriz não pode receber sol direto até que ela
amadureça completamente e fique branca. Isso pode levar de 6 a 12 meses.
As atividades físicas podem ser reiniciadas num prazo de 2 meses. As
relações sexuais não são proibidas, apenas cuidados
nos movimentos bruscos.
O uso do sutiã é obrigatório e ele será usado
ininterruptamente por 45 dias, de manhã, de tarde, de noite e nas horas
de sono da paciente. Após esse prazo, a paciente é liberada
para dormir sem o sutiã, porém durante o dia seu uso ainda se
torna necessário por mais 45 dias.
Para as jovens só a partir do 4º ano após a 1ª menstruação,
é que está indicada a cirurgia.