Desde
a década de 50 são estudadas formas para reduzir os problemas
de calvície.
Uma das primeiras técnicas utilizadas era a seguinte: o cirurgião
retirava da região da nuca pequenos círculos de couro cabeludo,
e implantava na área calva.
Na década
de 70, um cirurgião argentino publicou uma nova técnica chamada
"rotação de retalhos", em que uma extensa faixa do
couro cabeludo da região lateral era rodada para a porção
frontal, com isso se reestabelecia toda a área.
Na década de 80, o Dr. MUNIR CURI desenvolveu uma nova técnica,
chamada "fio-a-fio": retiram-se os fios da área doadora,
e desta extraem-se os enxertos, que são de 3 a 5 fios, os quais são
implantados com mínúsculos bisturis.
Com a evolução, passou-se a separar os fios com um poderoso
microscópio, o qual tornou a cirurgia mais minuciosa, e fez com que
a perda chegasse a quase zero.
A inserção dos enxertos também sofreu grandes mudanças
utilizando-se hoje agulhas especiais ou o laser, conforme o caso, o que tornou
os resultados ainda melhores.
Esse tipo de cirurgia tem sido muito procurado nos últimos anos, perdendo
apenas para as lipoaspirações, e os resultados tem sido muito
satisfatórios.


